Flávio perdeu por 4,4 milhões de votos. Quando o STF mandou entregar os passaportes, preferiu cruzar a fronteira argentina e seguir de jatinho para Miami.
O avião foi providenciado por Jason Miller, assessor da Casa Branca. Ele próprio confirmou. Marco Rubio recomendou a entrada nos EUA. Trump autorizou.
A ironia é obscena: a própria Embaixada americana informou a Washington que a vitória de Lula foi “surpreendente, mas definitiva”.
O suposto escândalo da prorrogação da votação? Apenas 34 mil votos registrados depois das 17h. Lula venceu por 4,4 milhões. A tese da fraude precisa de um milagre aritmético, além do jatinho.
No Congresso americano, democratas perguntam por que refugiados de guerras encontram portas fechadas enquanto um político que foge de uma ordem judicial recebe acolhida VIP.
E a Reuters acaba de revelar que Trump nem pretende, por enquanto, endossar a fantasia de Flávio de ser o “líder do Brasil”. Transporte, sim; coroa, não.
Trump ainda teve a cara de pau de declarar que não tomou partido na eleição!
Claro! Seu assessor providenciou o avião, seu secretário de Estado recomendou a entrada e ele próprio deu a autorização.
Imaginem se tivesse tomado partido: mandaria buscar Flávio no Air Force One!
- Julio Benchimol Pinto

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