Quando alguém se torna o primeiro de uma família a concluir a universidade, o diploma leva um nome mas a conquista alcança muito mais gente.
Muda o que os irmãos imaginam possível, muda o horizonte dos filhos, muda a relação daquela família com um país que tantas vezes lhe ensinou a esperar pouco.
O ProUni nasceu no governo Lula, abrindo acesso ao ensino superior com bolsas de estudo. A Lei de Cotas nas instituições federais foi sancionada por Dilma, em 2012. São decisões concretas: dinheiro para viabilizar uma formação, vagas reservadas para enfrentar desigualdades que já existiam muito antes do vestibular.
O talento estava lá; faltavam apenas as condições para que ele chegasse à sala de aula.
Como professor, advogado e cientista social, dou a essas políticas um peso enorme. Um país desperdiça a si mesmo quando deixa a inteligência de sua população pelo caminho. E a conversa sobre mérito fica bastante confortável quando quem a conduz nunca precisou escolher entre estudar e pagar as contas.
Dilma também criou o Mais Médicos, em 2013, para enfrentar a carência de profissionais, sobretudo nas regiões mais desassistidas. Conhecimento e cuidado precisam chegar aonde fazem falta.
É esse sentido de governo que defendo: reconhecer capacidades, ampliar possibilidades e fazer a estrutura pública trabalhar para isso.
Quero um Brasil em que o primeiro diploma de uma família seja o começo de uma tradição. É essa continuidade que meu voto defende.
– Julio Benchimol Pinto

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