A Extrema Direita Brasileira Não Racha Ela Faz Reality Show
A extrema direita brasileira não racha mais; ela faz reality show. E o roteirista atende por Carlos Bolsonaro. Ele aparece, solta um “não começa com D… nem com N…” e some. Pronto. Está aberta a temporada de caça: todo mundo tentando adivinhar quem é o traidor da semana. E aí entra o elenco. Michelle Bolsonaro, que já vinha em atrito com parte do próprio bolsonarismo, virou suspeita número um nas rodinhas de WhatsApp. Não é de hoje: já tomou pancada pública, já respondeu, já pediu perdão aos enteados e manteve divergência política. Ana Campagnolo, que tretou feio com Carluxo por causa da vaga ao Senado, também entra na dança. Chamou a situação de imaturidade, denunciou “gente da direita tentando aniquilar a própria direita” - basicamente descreveu um canibalismo político em câmera lenta.  E não para aí. O PL em Santa Catarina virou UFC eleitoral: live com xingamento, senador chamando colega de “desqualificado”, deputada saindo no meio da transmissão, gente ameaçando sair do ...









