Tem Coisa Que Nem Roteirista de Serie B Teria Coragem de Escrever
O cidadão está em “autoexílio” nos Estados Unidos, sob risco de responder por obstrução de Justiça, e a estratégia política anunciada em rede internacional é a seguinte: eleger o irmão presidente para que o irmão conceda indulto ao pai… e a ele próprio. É isso mesmo. Projeto de país? Depois a gente vê. Primeiro resolve o boletim de ocorrência da família. Do ponto de vista jurídico, a cena é didática. Indulto é instrumento constitucional de política criminal, ato discricionário do chefe do Executivo, pensado para situações gerais, impessoais, humanitárias. Não é extensão do cartório da família. Transformá-lo em salvo-conduto doméstico é confessar, em voz alta e com microfone aberto, que a eleição virou plano de contingência penal. Do ponto de vista político, é ainda mais eloquente. O discurso de soberania se mistura com conversa reservada com autoridades estrangeiras. A retórica de perseguição convive com lobby internacional que termina em tarifas contra o próprio país e san...








