Na segunda-feira (26) a deputada estadual Índia Armelau (PL), reeleita como a parlamentar mais votada do Rio de Janeiro nas eleições de 2026, publicou nas redes sociais uma sugestão para que empresários demitam funcionários que apoiaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em publicação nos Stories do Instagram, a parlamentar orientou os empregadores a checarem os perfis dos trabalhadores e argumentou contra a manutenção de eleitores do PT no quadro de funcionários: ― "Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez ‘L’. Acho que não faz sentido nenhum manter na tua empresa quem odeia empresários", escreveu a deputada. Aliada política do candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) — de quem defendeu a iniciativa de questionar o resultado das urnas —, a parlamentar Manaauara obteve mais de 248 mil votos no pleito de 2026, garantindo seu segundo mandato na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). IMPLICAÇÕES JURÍDICAS E ASSÉ...
O Brasil viveu uma anormalidade gravíssima: ônibus faltaram a eleitores; Nunes Marques demorou a decidir; e quando Zanin prorrogou a votação, muitas urnas já estavam fechadas. Tudo isso exige apuração rigorosa, inclusive das omissões da própria Justiça Eleitoral. Mas Flávio Bolsonaro descobriu um escândalo ainda maior: perdeu. E decidiu recorrer da vontade popular. A ironia é irresistível: sua própria campanha também pediu votação até as 19h, em municípios de cinco estados. Antes da derrota, prorrogar era garantir o direito de votar; depois, virou motivo para anular a eleição. A coerência bolsonarista, aparentemente, encerrou o expediente às 17h. Flávio ainda denunciou a suposta expulsão de fiscais do PL da sala-cofre do TSE. A Justiça Eleitoral desmentiu oficialmente a acusação. Os fiscais acompanharam a totalização dos votos. Até Kassio Nunes Marques, indicado ao Supremo por Jair Bolsonaro, reconheceu a segurança da apuração e proclamou a vitória de Lula. 4.430.191 votos de dif...