Quem Matou Orelha
Tu és o que restou na lata de lixo;
A estupidez que matou “Orelha”;
O mel azedo da infeliz abelha;
A dor cruel que me faz bicho.
Tu és o que nunca tive,
O que ficou pra depois:
O sol que ontem se foi,
A chuva que sobrevive.
És sequer o que tu és;
O que enxaguas à mão
E a chutas com os pés.
Não tens mais sentido,
És como matar um cão
E deixar o amor ferido.
Credito: Escritor Achel Tinoco
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