Agora a história ficou mais interessante. André Valadão disse que a Lagoinha Global não administrava as finanças da unidade Belvedere e desconhecia a dimensão dos valores movimentados por Fabiano Zettel. Só apareceu um detalhe. Documentos revelados pelo Metrópoles mostram que a Global exigia extratos bancários completos, notas fiscais, planilhas e até quanto entrava em cada culto por Pix, cartão e dinheiro. Havia multa para quem não informasse. E 15% da receita ordinária das unidades seguia para as estruturas Global e regional. Enquanto isso, a Lagoinha Belvedere movimentou R$ 57,1 milhões em um ano. Só Zettel colocou R$ 19,2 milhões. O Coaf considerou as operações atípicas. E tem mais. O Coaf suprimiu dados que poderiam identificar autoridades com foro privilegiado. Em 10 de março, a PF pediu acesso integral, dizendo que a omissão impedia reconstruir a cadeia do dinheiro. No processo depois tornado público, não apareceu decisão sobre esse pedido - a ponto de a própri...
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