Quá quá quá… Senta que lá vem a saga do marreco migratório - espécie rara da fauna política brasileira, famosa por um talento extraordinário: sempre encontra o caminho de volta pro mesmo laguinho. Era uma vez um marreco que pousou no governo Bolsonaro cheio de pose, peito estufado, vendendo a imagem de ave justiceira. Grasnava duro, bicava geral, parecia até que ia limpar o pântano inteiro. Quá. Aí um dia olhou pro lado, viu o lago turvo demais… e saiu voando indignado. Fez discurso, bateu asa, denunciou interferência, disse que ali não dava mais pra nadar. Parecia o fim da história. Quá quá quá… Só que não. O marreco passou um tempo voando por aí, tentando novos lagos. Testou candidatura aqui, ensaiou voo acolá, caiu de bico no meio do caminho, foi rejeitado, voltou, tentou de novo… um verdadeiro GPS desconfigurado. Mas observe o padrão, porque ele é lindo: toda vez que o marreco se perde… ele recalcula a rota… e adivinha pra onde aponta a bússola? Pro mesmo lago. Quá. Agora a ce...