Flávio Bolsonaro disse que pegou uma carona no jatinho ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Uma gentileza entre amigos. Quase um Uber, só que com offshore. Agora, segundo O Globo, a Polícia Federal descobriu que Flávio figurava como “usuário master” de uma conta bancária da Alcazar Holdings, empresa do generoso amigo Willer Tomaz, dona de um terço da sociedade proprietária do avião. Usuário master. Não passageiro eventual. Não milhas acumuladas. Acesso privilegiado à estrutura bancária. A defesa afirma que a vinculação era indevida. Curiosamente, o banco confirmou sua exclusão em maio de 2025, após a deflagração da operação contra as fraudes no INSS. Isso não prova crime nem sociedade oculta, mas exige respostas. Quem autorizou o acesso? Para quê? Houve movimentações? Enquanto isso, surgem registros de outras viagens luxuosas, com familiares, entre Europa, África e Estados Unidos. O Brasil merece explicações. Afinal, carona é quando um amigo oferece um assento. Quando seu nome apa...
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