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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
Acidente com ônibus na Véspera de Natal com mortos e feridos
Mensagem de Natal do Vereador Marcos de Manoel
Queridos amigos e amigas de Ibirataia
Que neste Natal o amor seja o verdadeiro protagonista em cada lar. Que a paz, a união e a esperança renovem nossos corações, fortalecendo a fé em dias melhores para nossa cidade e para cada família ibirataiense.
Desejo que o nascimento de Jesus traga luz, saúde e harmonia, e que possamos seguir juntos, com respeito e compromisso, construindo um futuro mais humano e solidário.
Feliz Natal!
Marcos de Manoel
Vereador de Ibirataia
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
O Argentino Martin Anselmo é o Novo Técnico do Botafogo
Foto: Rui Pereira/ Bola na Rede
O Botafogo anunciou na segunda-feira (22) a contratação do técnico argentino Martins Anselmo, 40 anos, que assinou o contrato até o fim de 2027.
O novo técnico do Glorioso, deve chegar ao Rio de Janeiro no dia 4 de Janeiro de 2026, justamente com e os auxiliares Luis Piedrahita e Pablo de Muner, o preparador de goleiros Dario Herrera e o preparador físico Diego Bottaioli.
Denise Machado/da Blog Ibirataia
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
Orçamento de 2026 foi Aprovado
O Orçamento de 2026 foi aprovado. Superávit na planilha, miséria no rodapé. R$ 34,5 bilhões de “responsabilidade fiscal” para foto oficial, enquanto R$ 61 bilhões em emendas parlamentares escorrem soltos, felizes e eleitoralmente lubricados. O ajuste vem de onde sempre vem: Previdência enxugada, Auxílio Gás comprimido, Pé-de-Meia emagrecido. O cofre público fecha no azul; a vida real, no vermelho.
É o velho truque: chama de arcabouço o que é andaime de campanha. Emendas obrigatórias, pagamento acelerado, prioridade absoluta - não para políticas públicas estruturantes, mas para a geografia do voto. Quando falta dinheiro, corta-se do pobre; quando sobra influência, distribui-se entre aliados. Simples assim. Didático até.
No meio do baile, o Supremo puxa o freio. Flávio Dino suspende a gambiarra que pretendia ressuscitar emendas mortas entre 2019 e 2023 - restos a pagar com vocação de zumbi fiscal, autorizados a caminhar até 2026. Não passou. O recado foi claro: orçamento não é necromancia.
No Planalto, a resposta vem com veto e bloqueio. O Executivo diz “sem negociação, sem festa”. Porque, na reta final, o Congresso Nacional tentou redirecionar até R$ 11,5 bilhões para demandas com cheiro de urna, empurrando políticas sociais para o canto do salão. É a política do cobertor curto: cobre o mandato, descobre o país.
O resultado é um retrato cruel e conhecido. Austeridade para quem depende do Estado; generosidade para quem manda nele. Superávit como virtude cívica; emenda como vício sistêmico. E seguimos chamando isso de normalidade democrática. Genial não é o orçamento. Genial é a capacidade de vender desigualdade com selo técnico e recibo carimbado.
Crédito: Escritor e Advogado Julio Benchimol Pinto
Morre Ieda Maria Vargas primeira brasileira a ganhar o título de Miss Universo
Foto: Reprodução/ RBS TV
Morreu nesta segunda-feira (22), aos 80 anos, a gaúcha Ieda Maria Vargas, primeira brasileira a vencer o título de Miss Universo. Ela estava internada na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Arcanjo São Miguel, em Gramado, (RS), em Gramado, no interior do Rio Grande do Sul.
O falecimento foi confirmada pela sua filha, Fernanda Vargas. A causa da morte, no entanto, não foi revelada até o momento.
Ieda Maria Vargas era uma adolescente que adorava jogar peladas com os três irmãos. Um dia, aceitou concorrer ao título de Miss Capão da Canoa, um balneário distante 132 km de Porto Alegre. Caso ganhasse, iria disputar o cobiçado título de Rainha do Atlântico Sul.
A jovem ganhou gosto pelas passarelas e deixou de lado as brincadeiras de bola com os irmãos. Representando o Cantegril Clube , foi eleita Rainha das Piscinas do Rio Grande do Sul 1962. No ano seguinte, representando o mesmo clube, venceu o Miss Porto Alegre, e em Novo Hamburgo, derrotando 17 candidatas, foi coroada Miss Rio Grande do Sul. No Maracanãzinho, conquistou o júri e o público e foi eleita Miss Brasil. Seguiu para Miami e trouxe o título de Miss Universo 1963.
Crédito: Denise Machado/ Blog Ibirataia
Críticas aí Hospital
Sempre criticamos veementemente, e por motivos óbvios e justificáveis, a situação caótica da Saúde na Bahia — falemos apenas do nosso Estado. E nem vamos falar de Regulação, um sistema criado para gerir vagas hospitalares que não existem.
No entanto, também devemos elogiar aos pulos quando somos bem recebidos, bem atendidos e bem cuidados, como fomos no Hospital Geral de Ipiaú, o HGI. "Vixe, é público, não presta", é o preconceito que temos, do mesmo jeito que temos por escolas públicas. Mas, ainda bem que que às vezes nos enganamos!.
Ficamos admirados, positivamente, eu e o meu irmão Yalu Tinoco, quando precisamos internar a nossa mãe neste hospital e fomos prontamente atendidos com humanidade, com atenção e com cuidado por todos, desde a diretora, os médicos, os enfermeiros, os técnicos, os recepcionistas, todos.
Outra coisa que sempre me incomodou nos hospitais é a falta de comunicação dos profissionais para com os parentes e amigos do paciente. Muitas vezes, chegamos mais estressados, desesperados e "doentes" do que o próprio paciente, e nem sempre recebemos uma orientação devida, um acolhimento esperado, mas no HGI tivemos todas as respostas às nossas perguntas e dúvidas, de maneira clara e objetiva.
Por tudo isso, precisamos agradecer à diretora Thais Cardoso que nos recebeu com muita simpatia para uma conversa ilustrativa e atenciosa; aos médicos Rafael Yosvanis, Marcos Costa, Bruno Leal, que nunca se furtaram a conversar, explicar, tranquilizar; às psicólogos Fabine Souza, Thaís Ribas; à Ivone Maria, que nos acompanhou pacientemente desde o primeiro instante em que chegamos; Rodrigo de Noga, Isabelle Xavier, Julio César, Amanda Andrade. Ah, e um capítulo a parte: o técnico Isac Carvalho, muito jovem e risonho, por quem minha mãe se encantou. "Ele me conquistou", ela disse.
Portanto, cabe-nos agradecer, merecidamente, à equipe do HGI, e torcer para que todos os atendimentos sejam assim; para que a saúde seja tratada com muita dignidade e justeza; para que a população seja sempre bem cuidada.
E que a minha mãe, dona Heloína, fique logo boa!
#hospital
#HGI
#saudeebemestar
#ipiau
Crédito: Escritor Achel Tinoco
Aniversário Deputado Estadual Sandro Regis
O Blog Ibirataia parabéns hoje (22 ), o Deputado Estadual Sandro Regis desejando muitas felicidades para mais um aniversário de muitas conquistas, felicidades, amor, saúde e muitos anos de vida!
domingo, 21 de dezembro de 2025
O Acórdão Tropeçou no Próprio Tapete
Depois da Câmara aprovar, na madrugada e na marra, um PL que “não é anistia”, mas funciona como anistia de terno, o Senado resolveu fazer uma coisa raríssima em Brasília: frear. O relator na CCJ, Esperidião Amin, já avisou que a leitura do parecer, prevista para hoje, pode ficar para 2026. Sim: o projeto que nasceu com pressa de salvar golpista agora está descobrindo a lentidão da República.
O recado político é cristalino. Sem MDB e sem PSD - segunda e terceira maiores bancadas - não tem acordo, não tem relatório, não tem votação antes do recesso. E se, por milagre, houver leitura, Randolfe já avisou que pede vista. Tradução: “vocês não vão empurrar isso no grito”.
E aí entra o ponto central, aquele que os “bolsonaristas clean” fingem não ver: esse PL não é discussão técnica de dosimetria. É disputa sobre o que o Brasil faz com quem tentou derrubar o regime constitucional. E, por isso, o STF está no tabuleiro - não como ator político, mas como guardião da Constituição que o golpe tentou rasgar.
Alexandre de Moraes foi direto: reduzir penas depois do devido processo legal passa à sociedade uma mensagem fatal - a de que o Brasil tolera novos ataques à democracia. E é isso mesmo. Porque, se o custo do golpe vira “administrável”, se a punição vira promoção, você não está corrigindo excessos; você está precificando a próxima tentativa.
O que está em jogo não é a sorte de um réu famoso. É o incentivo coletivo. É o “vale a pena?” que qualquer aventureiro autoritário faz antes de apertar o botão. Democracia que negocia com golpista não vira pacífica: vira reincidente.
Por isso o Senado travou. Não por heroísmo: por instinto de sobrevivência institucional. Porque, se passar esse PL, a conta chega para todo mundo - para o governo, para o Senado e para o STF. E, desta vez, a fatura vem com juros: a normalização do golpe como opção política.
A democracia não precisa de vingança. Precisa de limite. E limite, no Brasil, é a única coisa que ainda separa República de baderna com carimbo oficial.
Crédito: Escritor e advogado Julio Benchimol Pinto
O Evangelho segundo o Bolsonarismo
Silas Malafaia entrou em cena para cumprir seu papel clássico: não explicar fatos, mas exorcizá-los.
A Polícia Federal apreende cerca de 430 mil reais em dinheiro vivo ligados ao líder do PL na Câmara, operação autorizada pelo STF, investigação por desvio de cotas parlamentares, lavagem e organização criminosa. A resposta do pastor não é contábil, nem jurídica, nem racional. É escatológica: estamos virando a Venezuela.
Repare no truque. Quando surge dinheiro vivo, a culpa nunca é do dinheiro. Quando surge mandado judicial, o problema nunca é o crime. Quando surge investigação, ela vira invenção. Tudo é pescaria, tudo é complô, tudo é perseguição. A PF deixa de ser polícia e vira vilã de culto. O STF deixa de ser tribunal e vira demônio. A realidade vira inconveniente.
Malafaia não discute o essencial. Não explica por que um líder partidário anda com centenas de milhares de reais em espécie. Não comenta contratos suspeitos, assessores investigados, escalada de indícios. Ele pula direto para o apocalipse retórico, porque é onde sempre se refugia quando os fatos batem à porta.
O roteiro é conhecido. Dinheiro aparece, a Bíblia entra em cena. A investigação avança, surge a Venezuela. A Justiça age, gritam ditadura. É o bolsonarismo em estado puro, com verniz evangélico: transformar suspeita penal em batalha espiritual e investigação criminal em perseguição religiosa.
Não é defesa; é cortina de fumaça ungida. Não é fé; é método. Não é profecia; é álibi.
Quando pastor vira comentarista de inquérito e troca prova por gritaria, não é o Brasil que está virando Venezuela. É a moral que está virando fumaça. E o caixa, curiosamente, continua muito sólido.
Crédito: Escritor e advogado Julio Benchimol Pinto
O Evangelho segundo o Bolsonarismo
O deputado-pastor resolveu inovar. Em vez de sermão sobre moral, entregou uma verdadeira aula prática de banditismo retórico - transmitida ao vivo, sem pudor e sem noção.
Depois de a Polícia Federal encontrar mais de quatrocentos mil reais em espécie em imóvel ligado a ele, o líder do PL e medalhão da bancada evangélica foi à imprensa explicar que dinheiro de corrupção não aparece assim: lacrado, identificado, organizado. Segundo ele, corrupto de verdade guarda em outro lugar. Anotem, crianças: não é que não exista crime; é só questão de logística.
É difícil saber o que choca mais. A naturalidade com que se fala em dinheiro vivo em pleno 2025 ou a tentativa grotesca de dar lição de como se esconder corrupção enquanto posa de paladino da ética cristã. O sujeito não se limita a se defender. Ele catequiza. Ensina. Doutrina. Quase um workshop: Como não ser pego, capítulo um.
E claro, entra em cena o clássico bolsonarista: perseguição política. A culpa é do Lula, do filho do Lula, do cachorro do Lula, da CPI, do STF, do alinhamento dos astros. Nunca é do próprio investigado. Nunca é do dinheiro. Nunca é da cota parlamentar desviada. O problema nunca está no quarto de hotel - está sempre no complô imaginário.
O detalhe inconveniente é que não foi um jornalista curioso quem bateu à porta. Foi a Polícia Federal, com mandado do Supremo, no bojo de uma investigação que começou com assessores, passou por contratos suspeitos e chegou exatamente onde sempre chega: no topo da cadeia alimentar do moralismo de conveniência.
Deputado-pastor dando lição de banditismo não é desvio de linguagem. É diagnóstico. Quando a fé vira biombo, a Bíblia vira álibi e a política vira negócio, o púlpito desaba e sobra só o caixa dois da virtude.
Se isso não te revolta, pelo menos te esclarece: no Brasil do bolsonarismo, até a hipocrisia vem com manual de instruções.
Crédito: Escritor e advogado Julio Benchimol Pinto
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