sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Colisão entre um ônibus e uma Carreta deixou onze pessoas morta no Rio Grande do Sul

 


                Foto: Divulgação 
Na manhã desta sexta-feira (2/1), uma Carreta e um ônibus bateram de frente na BR- 116 no KM 41191, em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Deixando 11 pessoas morta e outras feridas que foram encaminhada nos ao Hospital Pronto Socorro de Pelotas(HPS)  
Credito: Denise Machado Blog Ibirataia 

Aniversariante do Dia

 

                 Feliz Aniversário Rafael!
 
O Blog Ibirataia parabeniza hoje(2/1), Rafael Souza desejando um feliz aniversário cheio de paz, saúde e sonhos realizados.

Homem Encontrado Morto no Bairro Antonina

 

 
Na tarde desta sexta-feira (02/01) Hugo Silva, 28 anos,  foi encontrado morto com uma corda no pescoço em um  imóvel  desocupado onde  funcionava o antigo curso IBEU no Bairro Antonina.

 
Hugo vivia na rua com seus dois cachorros e dormia na frente de uma Igreja Evangélica,  proxima a praça do Bairro Antonina. Ele era prestativo e muito querido pelos moradores do Bairro que estavam sentindo sua falta e infelizmente foi encontrado  sem vida .


A polícia esteve no local e foi feita a ocorrência e é investigado como morte suspeita. O corpo se encontra ainda no local aguardando a remoção.



Credito : Denise Machado/ Blog Ibirataia 


Povos Originários

 

Eu não sei o que são povos originários porque, pelo que me consta, somos todos originários de algum lugar, quiçá de uma costela: indígenas, portugueses, holandeses, africanos e, portanto, originários. Não entendo o que muda ao nos definirmos como erva-daninhas invasoras que apenas destroem o meio em que vivemos, sem nunca levantarmos uma parede, ainda que as árvores tenham todas sido derrubadas, sem contestação desses "povos originários", que deveriam ser nós próprios, independentemente da cor dos olhos ou do trançado dos cabelos. A tinta que carregamos na cara já não define a nossa raça, posto que deveríamos ser tão somente povos, originários de nós mesmos e não do mato de onde deveríamos vir, para construir não sei o quê. Pelo menos, que construamos civilidade, cultura, desenvolvimento, e não termos políticos para nos afastarmos uns dos outros, em detrimento dos nossos pais e avós — ainda próximos —, ou dos nossos antepassados que, de alguma forma, nos insuflaram a continuar. Assim sendo, sejamos todos responsáveis pela sobrevivência da nossa espécie, independentemente de qual costela ela tenha sido gerada.


Crédito ' Escritor Achel Tinoco 

Polícia Federal Avisou Que Acabou a Licença - Mandato de Eduardo Bolsonaro

 A Polícia Federal mandou um recado simples, educado e absolutamente devastador: acabou a licença-mandato, volta pro balcão, Eduardo.



Sem metáfora, sem firula. Cassado por faltas, fora do Congresso, o “03” agora recebeu ordem formal para reassumir o cargo de policial federal no Rio de Janeiro. Horário, chefia, hierarquia, corregedoria, ponto. Aquele pacote completo que a família sempre achou que valia só para os outros.


O detalhe delicioso é jurídico: enquanto deputado, afastamento automático. Perdeu o mandato? Perdeu o escudo. A PF não pediu favor, não abriu negociação, não fez live. Determinou. Ou se apresenta, ou entra no radar administrativo. E a PF não é a Câmara: não tem recesso indulgente, não tem voto de aplauso, não tem cercadinho.


Agora imagina a cena. O sujeito que passou anos denunciando “o sistema”, atacando instituições, flertando com golpismo, vivendo de palco e Twitter, tendo que responder a superior hierárquico, cumprir ordem escrita e respeitar regulamento interno. É quase uma peça de humor involuntário do direito administrativo brasileiro.


O bolsonarismo sempre vendeu a fantasia do herói antissistema. A realidade respondeu com um memorando. Volta pro trabalho. Assina o ponto. E sem imunidade.


O Estado brasileiro, às vezes, não precisa gritar. Basta funcionar.

Crédito: Escritor e Advogado Julio Benchimol Pinto 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Nota de Falecimento

 


 

O Blog Ibirataia com muito pesar comunica o falecimento de Leonardo Pinto Sebastião, 41 anos, ocorrido  hoje(01),  de um AVC.

 A esposa Fabiana e filhos, Pedro e Sophia  e aos familiares e amigos, o mais sincero sentimento de pesar, desejo força neste momento tão delicado.

O velório será dia (2/1)  com início ás 12 h, na Capela Santana
Endereço: Rua Dr. Nilo Peçanha 589, Estrela do Norte- São Gonçalo.

O Sepultamento acontecerá às 16: 30 h, no Cemitério São Miguel .

Crédito: Denise Machado/Blog Ibirataia 

Ideologia Não Mata Só Com Bala. Mata Com Palavra Oficial, Carimbo e Formulário

 



Na União Soviética de Stalin, milhões de pessoas não foram mortas porque fizeram algo, mas porque foram chamadas de cúlaques. O rótulo bastava. Às vezes significava ter uma vaca a mais. Às vezes, saber ler. Às vezes, ser respeitado demais na aldeia. Às vezes, apenas existir no lugar errado, na hora errada. A definição mudava conforme a necessidade do sistema. A morte, não.


O Estado dizia que os cúlaques eram inimigos do povo. A burocracia confirmava. O jornal explicava. O vizinho repetia. A escola registrava. O arquivo guardava. E pronto: uma pessoa virava um erro histórico ambulante. Casas confiscadas, famílias deportadas, crianças marcadas em ficha escolar como de origem social hostil. O estigma não acabava com o corpo. Atravessava gerações.


O mais aterrador é que não exigia ódio pessoal. Bastava cumprir protocolo. Ninguém precisava gritar. Bastava preencher corretamente o formulário. A violência vinha limpa, racional, “necessária”. Ideologia não suja as mãos: terceiriza.


Muitos sobreviveram. Mas como cidadãos mutilados. Filhos de cúlaques aprendiam cedo a sussurrar, esconder o sobrenome, negar a própria história. O crime não era um ato. Era ser. Quando a realidade atrapalhava, a ideologia corrigia a realidade.


Isso não é passado distante. É um aviso. Toda vez que uma ideia se declara portadora da verdade absoluta, ela precisa de inimigos estruturais. E quando o inimigo não existe em número suficiente, ele é produzido. Com linguagem nobre. Com gráficos. Com moralidade. Com aplausos.


Ideologias matam quando param de descrever o mundo e passam a substituí-lo. Quando a pessoa vira categoria. Quando o rótulo vale mais que a vida. Quando discordar vira desvio moral. Quando a ficha importa mais que o rosto.


Os cúlaques não morreram porque existiam. Existiram porque precisavam morrer.


É assim que a ideologia mata: convencendo todo mundo de que não foi ela.

Crédito: Escritor e Advogado Julio Benchimol Pinto 

Agora é Diferente Meus Amores!:!

        Velhinha de Águas Claras 

Eu sempre disse: cadeia foi feita pra bandido. Bandido comum. Gente sem Deus no coração, sem família tradicional, sem foto com a bandeira americana na sala. Esse tipo aí sempre mereceu o peso máximo da lei, sem choro, sem vela, sem conversa mole de direitos humanos.


E graças ao nosso capitão, o Brasil quase virou um paraíso da ordem. Mais polícia, mais punição, mais rigidez. Pobre suspeito tremia. Preto na periferia sabia que a lei era dura. Isso é segurança pública de verdade, não esse papinho sociológico.


Mas agora querem misturar as coisas. Jair Bolsonaro não é “bandido desses”. Ele é patriota. Pai de família. Homem de fé. Amigo do Trump. Defensor da pátria vestida com a bandeira certa - a americana, lógico, que é a que manda.


Bolsonaro não pode ser tratado como os outros. Porque os outros sempre foram problema. Ele é solução. Eles ameaçam a ordem. Ele salvou o Brasil do comunismo imaginário que mora na cabeça da gente desde 1964.


Então não venham com essa de igualdade perante a lei. Lei boa é a que sabe diferenciar. Uma coisa é o sistema ser duro com quem não presta. Outra é encostar em gente de bem, eleita por Deus, pelo WhatsApp e pelo algoritmo.


Se a lei serve pra todo mundo, ela está errada. Se a polícia é pra todos, também. Ordem e progresso, sim - mas com hierarquia. E quem não entendeu isso ainda é porque já foi contaminado pelo globalismo.


Amém. 


Crédito: Escritor e Advogado Julio Benchimol Pinto 

Jogador Francês Está Entre os Feridos no Incêndio no Bar da Suiça

 

Foto:FC Metz
O jogador francês Tahirys dos Santos, de 19 anos, do FC. Metz, está entre os feridos graves no Incêndio ocorrido durante festa de Ano Novo no Bar Le Constellation que funciona dentro do resort de luxo Crans-Montana na Suiça.  O jogador sofreu queimaduras graves e foi transferido de avião para um hospital na Alemanha.

Crédito: Denise Machado/ Blog Ibirataia 

Carla Zambel Apanha em Cadeia Italiana

 Carla Zambelli finalmente conheceu o Estado mínimo que ela tanto defendeu. Chamava-se cela.

A mulher que berrava lei e ordem, armava bravata, brandia moral cristã e fazia live sobre coragem agora apanha na cadeia italiana e pede, chorosa, para trocar de andar. O detalhe delicioso: pede proteção justamente ao Estado. Aquele mesmo que ela passou anos tratando como tirania comunista.

Zambelli não está presa por opinião, discurso ou fé. Está presa por crime. Crime feio, concreto, tosco: invadir sistemas do Conselho Nacional de Justiça com hacker de quinta categoria. Não é metáfora. Não é narrativa. É sentença confirmada pelo Supremo Tribunal Federal. Dez anos. Trânsito em julgado. Acabou.

Aí ela fez o que essa turma sempre faz quando o palco acaba: correu. Fugiu do Brasil, vestiu a fantasia de perseguida política e descobriu, em Roma, uma verdade elementar da vida adulta: cadeia não liga para algoritmo, slogan nem hashtag. Cadeia não sabe o que é PL, não reconhece live, não respeita deputado. Cadeia só reconhece hierarquia, convivência forçada e silêncio.

Apanhou. Reclamou. Apanhou de novo. O presídio ignorou. Até que o advogado entrou em cena pedindo mudança de cela. Conseguiu. Porque, veja só, o Estado de Direito funciona. Funciona até para quem tentou dinamitar o Estado de Direito.

Enquanto isso, no Brasil, a farsa caiu. A Câmara tentou fazer contorcionismo institucional para manter o mandato. Alexandre de Moraes fez algo escandalosamente simples: aplicou a Constituição. Mandato de condenado criminalmente acabou. Não é escolha política, é consequência jurídica. O resto foi chilique.

Zambelli renunciou não por grandeza, mas por cálculo. Fugiu não por coragem, mas por pavor. E agora experimenta, sem filtro, sem público e sem curtida, o mundo real que sempre fingiu defender.

Não há lição moral. Não há redenção. Só o choque entre fantasia ideológica e concreto armado. E, desta vez, o concreto venceu.

Crédito: Escritor e Advogado Julio Benchimol Pinto 

Sem Dramas, Sem Privilégio. Apenas a Lei

 Alexandre de Moraes fez o que um juiz faz quando o direito é chamado pelo nome certo: disse não.

Não ao teatro. Não à chantagem emocional. Não à tentativa de converter hospital em salvo-conduto.

A defesa pediu prisão domiciliar “humanitária”. Moraes respondeu com algo ainda mais humano e mais jurídico: não há fato novo, não há agravamento clínico, não há exceção. O Estado tem condições de tratar. A lei tem limites. E o réu tem histórico.

Bolsonaro não está sendo punido por estar doente. Está sendo mantido preso porque está preso. A ordem dos fatores importa. Quem tentou subverter a ordem constitucional não ganha atalho processual com soro e estetoscópio. Doença não é habeas corpus. Hospital não é extensão da sala de estar.

A decisão é seca, técnica, quase entediante - como deve ser. Nada de espetáculo, nada de messianismo, nada de “coitadismo institucional”. Alta médica concedida, retorno imediato à carceragem da Polícia Federal. Fim do ato. Cortinas fechadas.

E aqui está o ponto que incomoda: isso não é perseguição, é normalidade jurídica. É exatamente assim que o sistema funciona quando não se curva ao nome do réu, ao cargo que já teve ou à claque que grita do lado de fora. O que há é igualdade tardia. Mas ainda assim, igualdade.

Quem passou anos vendendo força agora testa o peso das regras. Quem confundiu poder com imunidade descobre que o Código Penal não reconhece ex-mito. Só reconhece fatos, atos e consequências.

Sem drama. Sem milagre. Sem privilégio. Apenas a lei - que, desta vez, resolveu não piscar.

Crédito: Escritor e Advogado Julio Benchimol Pinto 

Morre o Fundador da Gol Linhas Aéreas

           Foto/  Gol Linhas Aéreas. Morreu no sábado (24), Constantino Oliveira Junior, aos 57 anos, o fundador e presidente do Conselho de...