quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Rio de Janeiro tem o maior réveillon do Mundo


.            Foto: Gabriel Monteiro/ Riotur
Este ano o réveillon do Rio de Janeiro foi reconhecido pela Guiness Book como maior réveillon do mundo, com várias atrações musicais. A praia de Copacabana recebe 2,5 milhões de pessoas.


Crédito: Denise Machado/ Blog Ibirataia 

Feliz Ano Novo! Feliz 2026!

 

Os admistradores do Grupo Ibirataia Whatsapp e Grupo Facebook desejam que o novo ano seja repleto de oportunidades e muita realizações para todos nós.
Obrigada por sempre está presente com postagens, comentários.
Que possamos continuar juntos, suportando obstáculos, comemorando cada vitória ao lado do ano novo 


Feliz 2026! Que Deus abençoe a todos os membros dos Grupos Ibirataia!

Crédito: Denise Machado/ Blog Ibirataia 

Namorado e amiga de infância são mortos por namorada ciumenta

 

Namorado Raphael Canuto Costa, 21 anos e sua amiga Joyce Correa da Silva, de 29 anos, foram mortos atropelados por Geovanna de 21 anos, na Rua Professor Leitão da Cunha, no Parque Regina, no bairro  Campo Limpo, na zona sul de São Paulo, câmaras de segurança gravaram o atropelamento. Geovanna ainda atropelou um homem que ficou ferido e bateu em dois outros veículos 


Geovanna Proque da Silva que é estudante de medicina veterinária, foi presa em flagrante pela Polícia militar (PM) e indicada na delegacia por homicídio doloroso duplamente qualificado,vpor motivo fútil e emboscada, além de lesão corporal da direção de veículo automotor.

A defesa alega que Geovanna estava sob eleito de remédio controlado, sua prisão preventiva, foi mantida pela Justiça.

Crime motivado por ciúmes. Não se trata de um acidente de trânsito Geovanna teria acelerado o carro de propósito para atingir a transeira da moto, impedindo qualquer chance de defesa das vítimas. Um vídeo gravando por câmeras de segurança, mostra a perseguição e batida 


Crédito: Denise Machado/ Blog Ibirataia 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Cena Clássica

 Flávio Bolsonaro aparece num culto da Lagoinha, em Orlando, é chamado ao palco, recebe oração solene, posa de ungido e sai como pré-candidato presidencial. Cena clássica. Já vimos esse filme. O detalhe é o elenco coadjuvante - e o contexto que convenientemente fica fora do culto.



O pastor que conduz a oração é André Valadão, o mesmo que em 2023 virou alvo de ação do Ministério Público Federal por falas públicas consideradas discriminatórias contra a população LGBTQIA+, com ordem judicial para retirada de vídeos das redes. Não é cancelamento woke. É papel timbrado, processo e decisão.


Valadão não é apenas um líder religioso “polêmico”. É um ator político ativo, bolsonarista assumido, que opera há anos na fronteira porosa entre púlpito, palanque e rede social. O culto, ali, não é liturgia: é ensaio eleitoral.


E aí entra o contexto que não aparece na transmissão ao vivo.


A Lagoinha tem relações antigas e documentadas com a família Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master - hoje personagem central de investigações federais, acareações no STF e reportagens sobre operações financeiras agressivas. Não é crime por osmose, nem prova automática de nada. Mas é rede de poder real: fé como capital simbólico, dinheiro como infraestrutura, política como finalidade.


Essa engrenagem não nasceu ontem. Igrejas oferecem audiência fiel, disciplina emocional e blindagem moral. O capital oferece recursos, acesso e trânsito institucional. A política entra para colher voto ungido e narrativa redentora. Milagre mesmo é achar que isso é só “oração”.


O culto em Orlando acontece, ainda, no meio da briga aberta entre líderes evangélicos da direita. Silas Malafaia já avisou que Flávio não tem “musculatura política” e prefere outra chapa. Traduzindo: a guerra não é teológica. É sucessória.


Nada disso é sobre Deus; é sobre poder. Nada disso é espontâneo, é coreografado. E quando religião vira comitê eleitoral no exterior, convém perguntar menos “amém” e mais: quem articula, quem financia e quem lucra.


No Brasil, quando a fé entra em campanha, a democracia sai de joelhos - e o dízimo quase sempre vai para o caixa errado.

Crédito: Escritor e Advogado Julio Benchimol Pinto 

É aqui que mora o problema

 Quando uma jornalista escreve que um ministro do STF pressionou o presidente do Banco Central, não está fazendo crítica retórica. Está fazendo uma imputação gravíssima. “Pressão” sugere abuso de poder, ingerência institucional, algo que pode justificar impeachment. Palavra pesada não é detalhe estilístico. É ato.

Foi isso que critiquei desde o início. Não a existência da apuração. Não o jornalismo investigativo. Mas o salto narrativo: transformar suspeita em manchete máxima antes de demonstrar o nexo, o conteúdo, a materialidade.


Dias depois, a própria jornalista reformula a narrativa e admite que não houve pressão. Não um detalhe lateral - o núcleo da acusação. Só que a correção veio baixa, técnica, tímida. Enquanto a imputação veio alta, explosiva, viral.


É aqui que mora o problema.


Jornalismo investigativo não é tribunal. Não precisa de prova judicial para publicar. Mas também não pode tratar hipótese como fato, nem off como sentença. Fonte é ponto de partida, não ponto de chegada. Quando a narrativa corre mais rápido que os fatos, o dano institucional acontece antes - e a correção já não alcança o mesmo público.


A Escola Base não foi um erro porque se publicou cedo. Foi um erro porque se publicou como verdade o que não estava provado. O Watergate foi o oposto: denúncias vieram antes da Justiça, sim, mas sempre ancoradas em fatos verificáveis, documentos, checagem dura. A imprensa não condenou. Investigou. A prova veio depois.


No caso atual, os fatos posteriores confirmaram exatamente o alerta que fiz: a acusação foi mais ousada do que a prova permitia, e a retratação foi mais tímida do que a gravidade exigia.


Isso não transforma jornalista em criminosa, nem autoriza censura, nem invalida o jornalismo investigativo. Mas é, sim, eticamente criticável essa assimetria entre o estrondo da imputação e o sussurro da correção.


Não defendi ministro. Não ataquei imprensa. Não escolhi torcida. Defendi método. Porque método é o que impede que acusações gravíssimas sejam lançadas com leveza e corrigidas com pudor.


Em democracia, palavras importam. Provas importam. E a coragem de corrigir deveria ser proporcional à ousadia de acusar.

Crédito: Escritor e Advogado Julio Benchimol Pinto 

Encontrada Tornozeleira Eletrônica de Silvinei Vasques

 

Foto: Polícia Internacional do Paraquai 
Na madrugada desta segunda-feira (29), foi localizada por policiais da 3ª Delegacia  em Obrero bairro  de Assunção,  a tornozeleira eletrônica do ex- diretor da Polícia Federal Silvinei Vasques, a tornozeleira estava pendurada na mangueira de um banheiro da empresa de ônibus dentro da rodoviária de  Ciudad del Este, no Paraquai na fronteira  do Brasil com Paraquai.

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             Foto; João Mariachi/ RPC
Lembrando Silvinei Vasques,  foi preso na sexta-feira (26) no Paraquai após tentar fugir do Brasil usando um documento falso.

                Foto: Polícia Paraguaia

Denise Machado/ Blog Ibirataia 

Casal é encontrado morto em estrada no distrito de Florestal

 

Na manhã desta segunda-feira (29),  um casal identificado como Aluana Angela Matos dos Santos, de 35 anos, e Cleber de Jesus Santos, de 37 anos, foram encontrados mortos em uma estrada vicinal, nas proximidades de uma casa no distrito de Florestal, zona rural de Jequié. Os corpos estavam cada um em um lado da estrada com perfurações de arma branca, tipo faca.

Informações apontam que o casal estaria separado e o ex- marido não aceitava o fim do relacionamento. A mulher estaria amparada por medida protetiva de urgência. O casal tinha um filho de 3 anos. Aluana deixou outros filhos, fruto de um relacionamento anterior.

A Delegacia Territorial de Jequié investiga o crime para apurar as circunstâncias extras, incluindo coleta de provas perícias, inicialmente como femininicidio seguindo de suicídio.

Denise Machado/Blog Ibirataia 

domingo, 28 de dezembro de 2025

Morre Brigitte Bradot Ícone do Cinema Francês

 

Morreu neste domingo (28) a atriz francesa Brigitte Barbot, aos 91 anos, a artista estava internada em Toulon, no sul da França 
A atriz atuou em 40 filmes se aposentou das artes aos 38 anos e passou a se dedicar a defesa dos animais.

Em uma vinda ao Brasil para visitar o namorado brasileiro - marroquino Bob Zagury. jogador de basquete do Flamengo. Na época 1965,  fugindo da perseguição da imprensa, o casal se refugiou em Búzios(Rio de Janeiro) então uma simples Vila de Pescadores, o "paraíso secreto" da estrela logo estampou capas de revistas e jornais ao redor do mundo e se tornou atração turistica.

Ela dá nome a orla Bardot na Praia da Armação, onde também é representada por uma estátua instalada em 1999.


Nota de Pesar

 

Na tarde de sábado (27) morreu  na Fundação Hospital de Ibirataia, Dona  Nicézia Muniz Ferreira, aos 92 anos,  moradora da Fazenda Morro Verde, Zona Rural de Ibirataia.

Nicézia criava centenas de animais em sua fazenda, olhe bem em meio a natureza livres, centenas de araras e periquitos de diversas espécies, inclusive um macaco - prego com idade estimada em 70 anos. Através de uma denuncia anônima em novembro de 2025, os animais foram tirados no seu habitat de convívio com a natureza e com Dona Nicézia que os tratavam com muito carinho. Se não me engano a tristeza e saudades dos animais a deixaram angustiada e triste e estes animais que também pelo convívio diário, será que também estão desfiado com a falta de quem só amor os deu? ?. Concordo que animais em feiras livres, animais que sofram mal tratos devem ser recolhido pelo Ebana, mas uma fazenda, uma mata não é lugar  propício para ter animais, ainda mais soltos e não presos em gaiolas.


O Blog Ibirataia se solidariza com os familiares e amigos neste momento de dor e tristeza.
 
Crédito: Denise Machado/Blog Ibirataia 

 

O Caso Banco Master

 O caso Banco Master virou um retrato do Brasil em modo curto-circuito: uma denúncia jornalística explode, o país escolhe torcida em cinco minutos e, no fim, ninguém sabe mais diferenciar reportagem, nota oficial e prova.

A sequência é conhecida. Saiu na imprensa que Alexandre de Moraes teria procurado Galípolo, no Banco Central, para tratar de assunto ligado ao Master/BRB. Moraes negou, disse que o tema era Lei Magnitsky. O Banco Central confirmou reuniões e sustentou a mesma versão. Paralelamente, estourou a história do contrato milionário atribuído ao escritório ligado à esposa do ministro com o Banco Master. E, como se não bastasse, veio o componente processual: Toffoli mantém acareação em pleno recesso, o BC reclama formalmente e o ruído institucional vira barulho de estádio.


Aí nasce a confusão fatal: gente exigindo que o jornalismo apresente prova judicial para poder publicar, e gente tratando uma reportagem como se fosse sentença transitada em julgado. Os dois lados estão errando. Jornalismo investigativo não é processo penal: ele pode publicar suspeitas bem apuradas, cruzadas, verificáveis dentro do possível, preservando fontes. Isso é parte do jogo democrático. Só que publicação não é condenação. Suspeita não vira fato por aclamação. E nota oficial negando não vira inocência por decreto.


Se você quer consequência séria - crime, punição, impeachment, afastamento, condenação moral definitiva -, aí não tem atalho: ônus da prova é de quem acusa. Documento, nexo, ato concreto, cadeia de evidências. Sem isso, o país vira uma máquina de linchamento alternado: hoje o alvo é um ministro, amanhã é um jornalista, depois um regulador, depois você.


O Brasil não está precisando de mais fé, nem de mais histeria. Está precisando de método. Cobrar transparência do poder e rigor da imprensa ao mesmo tempo. Porque quando a gente troca prova por torcida, o único vencedor é o esperto - aquele que sabe se esconder no ruído.


Crédito: Escritor e Advogado Julio Benchimol Pinto 

sábado, 27 de dezembro de 2025

Treinador espanhol e três filhos desaparecidos após naufrágio na Indonésia

 

Na sexta-feira (26) o ex- jogador e treinador espanhol Fernando Martin Carreras, de 44 anos da equipe B feminina de Valência , e os seus três filhos, de 12, 10, e 9 anos continuam desaparecidos.
 

De férias com a família na Indonésia, estavam realizado um passeio de barco no Parque Nacional de Konodo, no leste do país, quando a embarcação com 11 pessoas, sofreu danos e virou na noite de sexta-feira,  Andrea Ortuno, esposa do treinador, e uma filha, ( o casal tinha 4 filhos) estão entre os 7 sobreviventes. O treinador e seus três  filhos sequem desaparecidos.


Crédito Denise Machado/ Blog Ibirataia 

Carla Zambel Apanha em Cadeia Italiana

 Carla Zambelli finalmente conheceu o Estado mínimo que ela tanto defendeu. Chamava-se cela. A mulher que berrava lei e ordem, armava bravat...